segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Hacker Ativismo a guerra instalada no mundo virtual.








ORGANIZAÇÃO DO ANONYMOUS


O Anonymous não é verdadeiramente uma organização, não no sentido tradicional da palavra. Eles são um grupo grande e descentralizado de indivíduos que partilham interesses comuns e, de certa forma, assombram a Internet. Não há membros oficiais, directrizes, dirigentes, representantes nem princípios unificadores. Pelo contrário, Anonymous é uma palavra que identifica milhões de pessoas, grupos e indivíduos dentro e fora da Internet que, sem revelar as suas identidades, exprimem opiniões diversas sobre vários temas. 

 

Ser Anonymous é muito mais uma qualidade ou uma auto-definição ou invés de definir uma participação em algo. Cada projecto sob a bandeira Anonymous pode ter um conjunto diferente de instigadores. Liderança, quando existe, é informal e realizada em canais de chat, fóruns, mensagens instantâneas e chamadas públicas para acções online.

 

ORIGENS DO ANONYMOUS


O nome Anonymous em si mesmo é inspirado no anonimato sob o qual os utilizadores postam imagens e comentários na Internet. O uso deste termo, no sentido de uma identidade compartilhada, começou em imageboards. Eles são ligeiramente afiliados com a 4chan e outras "chan" (como a 2chan, a 7chan e 711chan), devido ao facto desses sites permitirem postagem anónima, o que lhes permite planear ataques sem revelar qualquer informação de identificação pessoal. Uma marca de Anonymous é atribuída aos visitantes que deixam comentários, sem identificar o autor do conteúdo publicado. 

 

Eles coordenam os ataques em fóruns como 4chan.org ICQ e salas de chat, entre outros locais. 4chan.org é um grande centro, mas não poderá ser considerada realmente a casa dos Anonymous. O Anonops.net estava mais próximo de ser o seu QG, mas foi desligado. 

 

Alguns afirmam que o Anonymous é a primeira supraconsciência baseada na Internet. O Anonymous é um grupo, no sentido em que um bando de pássaros é um grupo. Como sabemos que eles são um grupo? Porque viajam na mesma direcção. Mas em cada  momento, mais pássaros podem entrar, sair, ou retirar noutra direcção totalmente diferente.

No entanto o Anonymous não gosta que lhe chamem "grupo". E muito menos os seus membros gostam de ser classificados como "hackers". Eles são, para usar as palavras de inspiração de ficção científica de um dos seus manifestos,  uma "Consciência Viva Online"

A HIERARQUIA DO ANONYMOUS


Eles têm sido descritos como um grupo anárquico de "hacktivistas", mas já foram revelados alguns detalhes que indicam que a organização está bem hierarquizada com uma liderança oculta de cerca de uma dúzia de hackers altamente qualificados coordenando os ataques na web. 

 
Um dos membros do grupo afirmou que a entrada para os centros de "comando e controle" é apenas para convidados, acrescentando: "É para proteger as pessoas, mas se alguém já se mostrou fiável, é convidado - não é difícil de fazer, não é uma estrutura elitista, mas uma maneira de manter a imprensa e as polícias afastadas de quem emite os comandos".

 

"O nosso projecto não tem nenhuma estrutura de líderança, apenas funções diferentes. O grau de liderança e organização em vários projectos são muito diferentes", disse um membro de longa data. "É tudo muito caótico, mas comunicamos e cooperamos uns com os outros. Vejo-nos como diferentes células do mesmo organismo."

 
Os dirigentes do grupo usam o Internet Relay Chat (IRC), tecnologia que pode permitir que grupos de pessoas comuniquem na clandestinidade. Alguns nos escalões superiores alegadamente têm controle sobre várias "botnets", que incluem mais de 1.000 PCs com Windows que foram infectados com um vírus e podem ser controlados sem o conhecimento dos seus utilizadores para direccionar a negação de serviço distribuída (DDoS) contra as organizações-alvo.

 Conclusão
  Os anonymous não são um grupo de hackers engajados em ficar derrubando websites governamentais,  Os anonymous não são um grupo terrorista, Os anonymous não são desordeiros que saem ás ruas para quebrar tudo, Os anonymous não querem impor nenhuma ditadura, então quem são os anonymous?
   Um anonymo é quem acha que a sociedade já está farta de ser enganada e manipulada pelos seus políticos, um anonymo é quem pensa que a imprensa está vendida,um anonymo é quem acha que deveria ter liberdade de expor as suas ideias não livre de críticas mas livre de censura é quem pensa que os seus líderes deveriam trabalhar a favor da população e não contra ela é com olha na televisão uma pessoa rica atropelando e matando uma pessoa pobre e nada acontecendo com essa pessoa rica um anonymo quer mudança e não acha que a mudança vai vir sozinha e quer alguma coisa a respeito.
 Existem anonymous que  se reúnem pelas sua habilidades e capacidades de fazer alguma coisa como hackers ou se reúnem como cidadãos comuns na rua.

                                               Por trás de uma máscara 
                                               Existe muito mais do que uma pessoa
                                               Existe uma ideia
                                               Uma população não deveria temer o seu governo
                                               O governo deve temer a sua população

  Bibliografia
    Site:http://uterotremulo.blogspot.com.br/2011/01/quem-os-anonymous.html

Nome:  Bruno Moura R. dos Santos         N°: 9        Série: 2° B  

terça-feira, 14 de agosto de 2012

1-O que foi a Revolução Francesa? 

Revolução Francesa é o nome dado ao conjunto de acontecimentos que, entre 5 de maio de 1789 e 9 de novembro de 1979, alteraram o quadro político e social da França. Ela começa com a convocação dos Estados Geraise a Queda da Bastilha e se encerra com o golpe de estado do 18 de brumário de Napoleão Bonaparte. Em causa estavam o Antigo regime (Ancien Régime) e os privilégios do clero e da nobreza. Foi influenciada pelos ideais do iluminismo  e da independência americana (1776). Está entre as maiores revoluções da história da humanidade.
A Revolução é considerada como o acontecimento que deu início à idade contemporânea. Aboliu a servidão e os direitos feudais e proclamou os  de "Liberdade, Igualdadee Fraternidade" (Liberté, Egalité, Fraternité), frase de autoria de Rosseau. Para a França, abriu-se em 1789o longo período de convulsões políticas do século XIX, fazendo-a passar por várias repúblicas, uma ditadura, uma monarquia constitucional e dois impérios.

2- Quem foi Napoleão Bonaparte
Napoleão Bonaparte (em frances: Napoléon Bonaparte, nascido Napoleone di Buonaparte; Ajaccio, 15 de agosto de 1769— Santa Helena , 5 de maio de1821) foi um líder político e militar durante os últimos estágios da Revolução Francesa. Adotando o nome de Napoleão I, foi Imperador da França de 18 de maio de 1804 a 6 de abril de 1814, posição que voltou a ocupar por poucos meses em  1815(20 de março a 22 de junho). Sua reforma legal, o código Napoleônico, teve uma grande influência na legislação de vários países. Através das guerras napoleônicas, ele foi responsável por estabelecer a hegemonia francesa sobre maior parte da Europa.
Napoleão nasceu em Córsega, filho de pais com ascendência da nobreza italiana e foi treinado como oficial de artilharia na França continental. Em 2011, um exame de DNA de costeletas de Napoleão que eram guardadas em relicário confirmou a origem caucasiana de Napoleão desmentindo uma possível ascendência árabe do imperador.
Bonaparte ganhou destaque no âmbito da Primeira República Francesa e liderou com sucesso campanhas contra a Primeira Coligação e a Segunda Coligação. Em 1799, liderou um um golpe de estadoxe instalou-se como Primeiro Cônsul. Cinco anos depois, o senado francês o proclamou imperador. Na primeira década do século XIX, o império francês sob comando de Napoleão se envolveu em uma série de conflitos com todas as grandes potências europeias, as Guerras Napoleônicas. Após uma sequência de vitórias, a França garantiu uma posição dominante na Europa continental, e Napoleão manteve a esfera de influência da França, através da formação de amplas alianças e a nomeação de amigos e familiares para governar os outros países europeus como dependentes da França. As campanhas de Napoleão são até hoje estudadas nas academias militares de quase todo o mundo.
A Campanha da Rússia em 1812 marcou uma virada na sorte de Napoleão. Seu Grande Armée foi seriamente danificado na campanha e nunca se recuperou totalmente. Em 1813, a Sexta Coligação derrotou suas forças em Leipzing. No ano seguinte, a Coligação invadiu a França, forçou Napoleão a abdicar e o exilou na ilha de Elba. Menos de um ano depois, ele fugiu de Elba e retornou ao poder, mas foi derrotado na Batalha de Waterloo, em junho de 1815. Napoleão passou os últimos seis anos de sua vida confinado pelos britânicos na Ilha de Santa Helena. Uma autópsia concluiu que ele morreu de câncer no estômago, embora haja suspeitas de envenenamento por arsênio.



3-Qual a relação de Napoleão com a Revolução Francesa
O governo não era respeitado pelas outras camadas sociais. Os burgueses mais lúcidos e influentes perceberam que com o Diretório não teriam condição de resistir aos inimigos externos e internos e manter o poder. Eles acreditavam na necessidade de uma ditadura militar, uma espada salvadora, para manter a ordem, a paz, o poder e os lucros.
A figura que sobressai no fim do período é a de Napoleão Bonaparte. Ele era o general francês mais popular e famoso da época. Quando estourou a revolução, era apenas um simples tenente e, como os oficiais oriundos da nobreza abandonaram o exército revolucionário ou dele foram demitidos, fez uma carreira rápida. Aos 24 anos já era general brigada. Após um breve período de entusiasmo pelos jacobinos, chegando até mesmo a ser amigo dos familiares de Robespierre, afastou-se deles quando estavam sendo depostos. Lutou na Revolução contra os países absolutistas que invadiram a França e foi responsável pelo sufocamento do golpe de 1795.
Enviado ao Egito para tentar interferir nos negócios do império inglês, o exército de Napoleão foi cercado pela marinha britânica nesse país, então sobre tutela inglesa. Napoleão abandonou seus soldados e, com alguns generais fiéis, retornou à França, onde, com apoio de dois diretores e de toda a grande burguesia, suprimiu o Diretório e instaurou o consulado dando início ao período napoleônico em 18 brumário(10 de novembro de 1799).
O Consulado era representado por três elementos: Napoleão, o abade sieyes e Roger Ducos. Na realidade o poder concentrou-se nas mãos de Napoleão, que ajudou a consolidar as conquistas burguesas da Revolução.


Nome:Bruno Moura R. dos Santos N°9 2 B E.E Prof Lourival  Gomes Machado 


sábado, 9 de junho de 2012

Absolutismo monárquico 
Em termos de definição, o Absolutismo Monárquico foi o fenômeno político do apogeu do Estado Nacional, no qual a autoridade dos reis não conhecia limites institucionais.
Deste período, destacam-se três teóricos (filósofos “de fora” que observavam e analisavam os acontecimentos): Maquiavel,Thomas Hobbes e Jacques Bossuet.
Maquiavel escreveu, em Florença, no séc. XV,“O Príncipe”, uma espécie de manual entregue como presente ao rei, justificando a autoridade do Príncipe (simbolizando o Rei) como premissa da ordem, onde “os fins justificam os meios”, dizendo, entre outros, que o rei deve ser amoral” (e não imoral), sendo proibido e condenado pela Igreja por “ensinar os homens a tomar as rédeas do mundo”, algo até então designado pela igreja (filosofia escolástica).
Jacques Bossuet era um religioso que fazia parte da corte de Luiz XIV, o Rei-Sol francês (vide imagem acima), e organizou a chamada “Teoria do Direito Divino” (o modelo clássico), se baseando na preposição de que, se a ordem era promovida por Deus, e se Luiz XIV estabelecia a ordem, então Luiz XIV era um enviado divino.
Thomas Hobbes, talvez o mais complexo dos três, foi um inglês que fez parte da escola jusnaturalista, cujo pensamento era proveniente do Estado de Natureza – um cenário hipotético da vida humana sem a presença de ordem, conhecimentos ou líderes, em seu estado mais cru, sem noção de “nada”, aparecendo este como um ser brutal, egoísta, não conhecedor de limite algum. Hobbes afirmou que “o homem é o lobo do homem”. Por tal, afirmava que o homem deveria ser controlado, preso, subordinado, e que os homens, conscientes disso, deliberadamente abriam mão de sua liberdade para que a ordem se mantivesse através da presença de um poder absoluto, que ele chamou de Leviatã, o chefe de Estado – Rei – que estabelecia limites, lei e ordem, salvando o homem de si mesmo em seu “Estado de Natureza”. Assim, justificou deste modo o Absolutismo como forma de superar o caos do Estado de Natureza.
Obs: A Revolução Francesa ocorreu por volta de 100 anos antes das demais: o rei deixou de manter a ordem, perdendo assim a “imagem divina”, tornando-se então vulnerável ao julgamento dos homens.
Luiz XIV, o Rei Sol, na França

Teorias do absolutismo

Durante os séculos XVI e XVII, diversos pensadores buscaram justificar o poder absoluto dos monarcas. A principal obra de Nicolau MaquiavelO príncipe, escrita para responder a um questionamento a respeito da origem e da manutenção do poder, influenciou os monarcas europeus, que a utilizaram para a defesa do absolutismo. Maquiavel defendia o Estado como um fim em si mesmo, afirmando que os soberanos poderiam utilizar-se de todos os meios - considerados lícitos ou não - que garantissem a conquista e a continuidade do seu poder. As ações do Estado são regidas, sobretudo, pela racionalidade.
Jean Bodin, sua obra foi Os seis livros da República, associava o Estado à própria célula familiar, colocando o poder real como ilimitado, comparado ao chefe de família.
Jacques-Bénigne Bossuet, contemporâneo de Luís XIV, foi um dos maiores defensores do absolutismo e, simultaneamente, do "direito divino dos reis"; em sua obra Política Segundo a Sagrada Escritura, afirmava que a Monarquia era a origem divina, cabendo aos homens aceitar todas as decisões reais, pois questioná-las transformá-los-ia não somente em inimigos públicos, mas também em inimigos de Deus.
Thomas Hobbes, autor de Leviatã, proclamou que, em seu estado natural, a vida humana era "solitária, miserável, desprezível, bestial e breve"; buscando escapar da guerra de todos contra todos, os homens uniram-se em torno de um contrato para formar uma sociedade civil, legando a um soberano todos os direitos para protegê-los contra a violência. Hobbes defende a teoria de que um rei só poderia subir ao trono pela vontade do povo e não pela vontade divina. A Monarquia é justificada pelo consenso social.
Hugo Grotius é considerado um dos precursores do direito universal, pois defendia que, se todos os países adotassem o Absolutismo, seria possível se estabelecer um sistema único de legislação. Sua principal obra foi Direito de Paz e de Guerra


Bibliografia (sugestões de leitura sobre o Absolutismo):
O Absolutismo (Coleção Tudo é História)
  Autor: Lopes. Marco Antonio
  Editora: Brasiliense
O Antigo Regime
  Autor: Hespanha, Antonio Manuel
  Editora: Ática



Filme sobre o Absolutismo:
- O Absolutismo - A Ascenção de Luís XIV  Ano: 1966
  Direção: Roberto Rossellini
  Gênero: drama



Conclusão
 o Absolutismo Monárquico foi o fenômeno político do apogeu do Estado Nacional, no qual a autoridade dos reis não conhecia limites institucionais.Deste período, destacam-se três teóricos (filósofos “de fora” que observavam e analisavam os acontecimentos): Maquiavel, Thomas Hobbes e Jacques Bossuet.


Bibliografia


Nome:Bruno Moura R. dos Santos N°9  Série 2°B  escola:E.E Prof Lourival Gomes Machado




segunda-feira, 12 de março de 2012

A História do dinheiro



A origem do dinheiro 
Nos tempos mais remotos, com a fixação do homem à terra, estes passaram a permutar o excedente que produziam. Surgia a primeira manifestação de comércio: o escambo, que consistia na troca direta de mercadorias como o gado, sal, grãos, pele de animais, cerâmicas, cacau, café, conchas, e outras.
Esse sistema de troca direta, que durou por vários séculos, deu origem ao surgimento de vocábulos como “salário”, o pagamento feito através de certa quantidade de sal; “pecúnia”, do latim “pecus”, que significa rebanho (gado) ou “peculium”, relativo ao gado miúdo (ovelha ou cabrito).
As primeiras moedas, tal como conhecemos hoje, peças representando valores, geralmente em metal surgiram na Lídia (atual Turquia), no século VII A. C.. As características que se desejava ressaltar eram transportadas para as peças, através da pancada de um objeto pesado (martelo), em primitivos cunhos. Foi o surgimento da cunhagem a martelo, onde os signos monetários eram valorizados também pela nobreza dos metais empregados, como o ouro e a prata.
Embora a evolução dos tempos tenha levado à substituição do ouro e da prata por metais menos raros ou suas ligas, preservou-se, com o passar dos séculos, a associação dos atributos de beleza e expressão cultural ao valor monetário das moedas, que quase sempre, na atualidade, apresentam figuras representativas da história, da cultura, das riquezas e do poder das sociedades.
A necessidade de guardar as moedas em segurança deu surgimento aos bancos. Os negociantes de ouro e prata, por terem cofres e guardas a seu serviço, passaram a aceitar a responsabilidade de cuidar do dinheiro de seus clientes e a dar recibos escritos das quantias guardadas. Esses recibos (então conhecidos como “goldsmith’s notes”) passaram, com o tempo, a servir como meio de pagamento por seus possuidores, por serem mais seguros de portar do que o dinheiro vivo. Assim surgiram as primeiras cédulas de “papel moeda”, ou cédulas de banco, ao mesmo tempo que a guarda dos valores em espécie dava origem à instituições bancárias.
Os primeiros bancos reconhecidos oficialmente surgiram, respectivamente, na Suécia, em 1656; na Inglaterra, em 1694; na França, em 1700  e no Brasil, em 1808 e a palavra “bank” veio da italiana “banco”, peça de madeira que os comerciantes de valores oriundos da Itália e estabelecidos em Londres usavam para operar seus negócios no mercado público londrino.


Dinheiro virtual
O ''dinheiro virtual'' patente de modelo de utilidade para transações comerciais via internet e em estabelecimentos comerciais. O usuário  adquire os créditos de pagamento armazenados de forma criptografada em disquetes ou cds, identificados com numero de série individual . Os disquetes ou CDs  serão encontrados, com quantias de créditos preestabelecidas, em bancos e pontos comerciais. Será criado um banco virtual que administrará todo o processo, verificando a quantidade de créditos contida nos disquete ou CD, liberando ou bloqueando a transação. Cada loja virtual e/ou usuário poderá abrir uma conta individual no banco virtual, vinculada à uma conta corrente ou poupança de bancos credenciados, para movimentar os créditos recebidos em transações comerciais. Na compra de produtos ou prestação de serviços via internet, o usuário  receberá uma mensagem para introduzir no drive correspondente o disquete ou cd de créditos para formalizar a compra. Na compra de produtos ou prestação de serviços em estabelecimentos comerciais, o usuário poderá efetuar a transação utilizando um computador ligado a rede existente na loja ou utilizando um leitor de disquetes e CDs , para formalizar a compra


Papel moeda

Inicialmente, o papel-moeda era fabricado no molde de “cartas”, que eram preenchidas com o próprio punho. Por conta de seu difícil manuseio e a possibilidade de falsificação, as moedas foram se modificando até que pudessem ser utilizadas em escala cada vez mais ampla. Graças à modernização dos métodos de impressão, o papel-moeda brasileiro foi paulatinamente enriquecido com uma maior gama de detalhes aliados a um material mais leve e resistente.

Somente em 1942, já em plena vigência do governo republicano, foi que a moeda brasileira foi dos “réis” para o “cruzeiro”. No século XX, ao longo de idas e vindas dos nossos instáveis índices econômicos, o papel moeda brasileiro foi modificado na intenção de se reestruturar o mercado interno. Em 1967, mediante a grave desvalorização do cruzeiro, o governo realizou sua substituição pelo cruzeiro novo. Três anos mais tarde, o cruzeiro voltou a ser adotado.

Em 1986, em mais um tentativa de contenção da exponencial desvalorização da moeda brasileira, o governo instituiu a criação do “cruzado”. Mais uma vez, não suportando os galopantes índices inflacionários, o governo criou o “cruzado novo”, com uma valorização de 1000%. Somente em 1994, através de um ousado plano de valorização monetário, foi que o governo teve capacidade de promover um quadro econômico relativamente estável com o “real”, moeda que ainda vigora em nosso sistema financeiro.

Escambo
A moeda, como hoje a conhecemos, é o resultado de uma longa evolução.
No início não havia moeda. Praticava-se o escambo, simples troca de mercadoria por mercadoria, sem equivalência de valor.
 
Assim, quem pescasse mais peixe do que o necessário para si e seu grupo trocava este excesso com o de outra pessoa que, por exemplo, tivesse plantado e colhido mais milho do que fosse precisar. Esta elementar forma de comércio foi dominante no início da civilização, podendo ser encontrada, ainda hoje, entre povos de economia primitiva, em regiões onde, pelo difícil acesso, há escassez de meio circulante, e até em situações especiais, em que as pessoas envolvidas efetuam permuta de objetos sem a preocupação de sua equivalência de valor. Este é o caso, por exemplo, da criança que troca com o colega um brinquedo caro por outro de menor valor, que deseja muito.
 
As mercadorias utilizadas para escambo geralmente se apresentam em estado natural, variando conforme as condições de meio ambiente e as atividades desenvolvidas pelo grupo, correspondendo a necessidades fundamentais de seus membros. Nesta forma de troca, no entanto, ocorrem dificuldades, por não haver uma medida comum de valor entre os elementos a serem permutados.


Moeda-Mercadoria
Algumas mercadorias, pela sua utilidade, passaram a ser mais procuradas do que outras.
Aceitas por todos, assumiram a função de moeda, circulando como elemento trocado por outros produtos e servindo para avaliar-lhes o valor. Eram as moedas–mercadorias.
O gado, principalmente o bovino, foi dos mais utilizados; apresentava vantagens de locomoção própria, reprodução e prestação de serviços, embora ocorresse o risco de doenças e da morte.
O sal foi outra moeda–mercadoria; de difícil obtenção, principalmente no interior dos continentes, era muito utilizado na conservação de alimentos. Ambas deixaram marca de sua função como instrumento de troca em nosso vocabulário, pois, até hoje, empregamos palavras como pecúnia (dinheiro) e pecúlio (dinheiro acumulado) derivadas da palavra latina pecus (gado). A palavra capital(patrimônio) vem do latim capita (cabeça). Da mesma forma, a palavra salário (remuneração, normalmente em dinheiro, devida pelo empregador em face do serviço do empregado) tem como origem a utilização do sal, em Roma, para o pagamento de serviços prestados.
No Brasil, entre outras, circularam o cauri – trazido pelo escravo africano –, o pau-brasil, o açúcar, o cacau, o tabaco e o pano, trocado no Maranhão, no século XVII, devido à quase inexistência de numerário, sendo comercializado sob a forma de novelos, meadas e tecidos.
Com o passar do tempo, as mercadorias se tornaram inconvenientes às transações comerciais, devido à oscilação de seu valor, pelo fato de não serem fracionáveis e por serem facilmente perecíveis, não permitindo o acúmulo de riquezas.
Metal
Quando o homem descobriu o metal, logo passou a utilizá-lo para fabricar seus utensílios e armas anteriormente feitos de pedra.
Por apresentar vantagens como a possibilidade de entesouramento, divisibilidade, raridade, facilidade de transporte e beleza, o metal se elegeu como principal padrão de valor. Era trocado sob as formas mais diversas. A princípio, em seu estado natural, depois sob a forma de barras e, ainda, sob a forma de objetos, como anéis, braceletes etc.
O metal comercializado dessa forma exigia aferição de peso e avaliação de seu grau de pureza a cada troca. Mais tarde, ganhou forma definida e peso determinado, recebendo marca indicativa de valor, que também apontava o responsável pela sua emissão. Essa medida agilizou as transações, dispensando a pesagem e permitindo a imediata identificação da quantidade de metal oferecida para troca.
Moeda em Formato de Objetos
 
Os utensílios de metal passaram a ser mercadorias muito apreciadas.
Como sua produção exigia, além do domínio das técnicas de fundição, o conhecimento dos locais onde o metal poderia ser encontrado, essa tarefa, naturalmente, não estava ao alcance de todos.
A valorização, cada vez maior, destes instrumentos levou à sua utilização como moeda e ao aparecimento de réplicas de objetos metálicos, em pequenas dimensões, que circulavam como dinheiro.
É o caso das moedas facachave que eram encontradas no Oriente e do talento, moeda de cobre ou bronze, com o formato de pele de animal, que circulou na Grécia e em Chipre.
 
Moedas Antigas
Surgem, então, no século VII a.C., as primeiras moedas com características das atuais: são pequenas peças de metal com peso e valor definidos e com a impressão do cunho oficial, isto é, a marca de quem as emitiu e garante o seu valor.
São cunhadas na Grécia moedas de prata e, na Lídia, são utilizados pequenos lingotes ovais de uma liga de ouro e prata chamada eletro.
 
As moedas refletem a mentalidade de um povo e de sua época. Nelas podem ser observados aspectos políticos, econômicos, tecnológicos e culturais. É pelas impressões encontradas nas moedas que conhecemos, hoje, a efígie de personalidades que viveram há muitos séculos. Provavelmente, a primeira figura histórica a ter sua efígie registrada numa moeda foi Alexandre, o Grande, da Macedônia, por volta do ano 330 a.C.
 
A princípio, as peças eram fabricadas por processos manuais muito rudimentares e tinham seus bordos irregulares, não sendo, como hoje, peças absolutamente iguais umas às outras.

Ouro, Prata e Cobre
Os primeiros metais utilizados na cunhagem de moedas foram o ouro e a prata. O emprego destes metais se impôs, não só pela sua raridade, beleza, imunidade à corrosão e valor econômico, mas também por antigos costumes religiosos. Nos primórdios da civilização, os sacerdotes da Babilônia, estudiosos de astronomia, ensinavam ao povo a existência de estreita ligação entre o ouro e o Sol, a prata e a Lua. Isto levou à crença no poder mágico destes metais e no dos objetos com eles confeccionados.
 
A cunhagem de moedas em ouro e prata se manteve durante muitos séculos, sendo as peças garantidas por seu valor intrínseco, isto é, pelo valor comercial do metal utilizado na sua confecção. Assim, uma moeda na qual haviam sido utilizados vinte gramas de ouro, era trocada por mercadorias neste mesmo valor.
 
Durante muitos séculos os países cunharam em ouro suas moedas de maior valor, reservando a prata e o cobre para os valores menores. Estes sistemas se mantiveram até o final do século passado, quando o cuproníquel e, posteriormente, outras ligas metálicas passaram a ser muito empregados, passando a moeda a circular pelo seu valor extrínseco, isto é, pelo valor gravado em sua face, que independe do metal nela contido.
Com o advento do papel-moeda a cunhagem de moedas metálicas ficou restrita a valores inferiores, necessários para troco. Dentro desta nova função, a durabilidade passou a ser a qualidade mais necessária à moeda. Surgem, em grande diversidade, as ligas modernas, produzidas para suportar a alta rotatividade do numerário de troco.
Moeda de Papel
Na Idade Média, surgiu o costume de se guardarem os valores com um ourives, pessoa que negociava objetos de ouro e prata. Este, como garantia, entregava um recibo. Com o tempo, esses recibos passaram a ser utilizados para efetuar pagamentos, circulando de mão em mão e dando origem à moeda de papel.
No Brasil, os primeiros bilhetes de banco, precursores das cédulas atuais, foram lançados pelo Banco do Brasil, em 1810. Tinham seu valor preenchido à mão, tal como, hoje, fazemos com os cheques.
Com o tempo, da mesma forma ocorrida com as moedas, os governos passaram a conduzir a emissão de cédulas, controlando as falsificações e garantindo o poder de pagamento.
Atualmente quase todos os países possuem seus bancos centrais, encarregados das emissões de cédulas e moedas.
A moeda de papel evoluiu quanto à técnica utilizada na sua impressão. Hoje a confecção de cédulas utiliza papel especialmente preparado e diversos processos de impressão que se complementam, dando ao produto final grande margem de segurança e condições de durabilidade.
Formatos Diversos
O dinheiro variou muito, em seu aspecto físico, ao longo dos séculos.

As moedas já se apresentaram em tamanhos ínfimos, como ostater, que circulou em Aradus, Fenícia, atingindo também grandes dimensões como as dodáler, peça de cobre na Suécia, no século XVII.
Embora, hoje, a forma circular seja adotada em quase todo o mundo, já existiram moedas ovais, quadradas, poligonais etc. Foram, também, cunhadas em materiais não metálicos diversos, como madeira, couro e até porcelana. Moedas de porcelana circularam, neste século, na Alemanha, quando, por causa da guerra, este país enfrentava grave crise econômica.
As cédulas, geralmente, se apresentam no formato retangular e no sentido horizontal, observando-se, no entanto, grande variedade de tamanhos. Existem, ainda, cédulas quadradas e até as que têm suas inscrições no sentido vertical.
As cédulas retratam a cultura do país emissor e nelas podem-se observar motivos característicos muito interessantes como paisagens, tipos humanos, fauna e flora, monumentos de arquitetura antiga e contemporânea, líderes políticos, cenas históricas etc.
As cédulas apresentam, ainda, inscrições, geralmente na língua oficial do país, embora em muitas delas se encontre, também, as mesmas inscrições em outros idiomas. Essas inscrições, quase sempre em inglês, visam a dar à peça leitura para maior número de pessoas.
Sistema Monetário
O conjunto de cédulas e moedas utilizadas por um país forma o seu sistema monetário. Este sistema, regulado através de legislação própria, é organizado a partir de um valor que lhe serve de base e que é sua unidade monetária.
Atualmente, quase todos os países utilizam o sistema monetário de base centesimal, no qual a moeda divisionária da unidade representa um centésimo de seu valor.
Normalmente os valores mais altos são expressos em cédulas e os valores menores em moedas. Atualmente a tendência mundial é no sentido de se suprirem as despesas diárias com moedas. As ligas metálicas modernas proporcionam às moedas durabilidade muito superior à das cédulas, tornando-as mais apropriadas à intensa rotatividade do dinheiro de troco.
Os países, através de seus bancos centrais, controlam e garantem as emissões de dinheiro. O conjunto de moedas e cédulas em circulação, chamado meio circulante, é constantemente renovado através de processo de saneamento, que consiste na substituição das cédulas gastas e rasgadas.


Cheque
Com a supressão da conversibilidade das cédulas e moedas em metal precioso, o dinheiro cada vez mais se desmaterializa, assumindo formas abstratas.
Uma destas formas é o cheque, que, pela simplicidade de seu uso e pela segurança que oferece, está sendo, progressivamente, adotado por número sempre maior de pessoas nas atividades de seu dia-a-dia.
Esse documento, pelo qual se ordena o pagamento de certa quantia ao seu portador ou à pessoa nele citada, visa, primordialmente, à movimentação dos depósitos bancários.
O importante papel que esse meio de pagamento ocupa, hoje, na economia, deve-se às inúmeras vantagens que proporciona, agilizando a movimentação de grandes somas, impedindo o entesouramento do dinheiro em espécie e diminuindo a necessidade de troco, por ser um papel preenchido à mão, com a quantia de que se quer dispor.
O dinheiro, seja em que forma se apresente, não vale por si, mas pelas mercadorias e serviços que pode comprar. É uma espécie de título que dá a seu portador a faculdade de se considerar credor da sociedade e de usufruir, através do poder de compra, de todas as conquistas do homem moderno.
A moeda não foi, pois, genialmente inventada, mas surgiu de uma necessidade e sua evolução reflete, a cada momento, a vontade do homem de adequar seu instrumento monetário à realidade de sua economia.


Conclusão
Na antiguidade foi iniciada a história do dinheiro com o escambo e com o ato de trocar.Surgiu então o capitalismo na Lídia e assim a moeda floresceu com imagens reluzidas em sua duas faces prevalecendo o metal.No Brasil o dinheiro então surgiu com a família real.Vivemos em um mundo desigual onde pucos tem muitos e muitos nada tem por causa do capitalismo.Neste mundo onde tempo é dinheiro eu só posso dizer que o meu capital não é dólar nem é euro mas eu tenho o meu valor sou cidadão brasileiro e me preparo desde já para sair no mundo e viver a onde se respira dinheiro(São Paulo) e o nosso maior inimigo são os impostos e a nossa maior luta é a inflação.